Sejam bem vindos ao meu pequeno espaço. Todo o conteúdo escrito nesse blog está protegido e com os direitos autorais reservados. Este blog foi feito com carinho e dedicação para compartilhar com vocês minhas poesias, pensamentos e pontos de vista. Espero que se identifiquem e se emocionem, mas acima de tudo que se sintam a vontade. Peço gentilmente que deixem seus comentários, é muito importante pra mim a opinião de vocês. Obrigada e divirtam-se^^.
domingo, 6 de novembro de 2011
"Você tremia em minhas mãos Me deixando louca para te tocar Mau conseguia me encarar nos olhos Enquanto me agarrei em seu olhar.
Nossas mãos entrelaçadas, Nossos lábios consumidos, Palavras entrecortadas, Que fazem todo o sentido.
Aspirei suas sensações, Me envolvi com as emoções, Lutei contra as razões Logo me deixei levar.
O tempo pode correr, Mas juntos torna-se lento, Eu quero te enlouquecer Nesse meu doce alento.
Beijos de boa noite A lenta separação Este é o fim por hoje Dessa estranha relação."
Faz muito tempo que não posto nada no blog. Eu até quis postar, mas estive com tantos problemas pessoais e emocionais que me causaram um bloqueio criativo, eu não conseguia escrever, nem sentia vontade para tal. Prometo em breve postar uma poesia nova. Mas por ora, decidi postar um poema que eu acho belíssimo e que sempre conseguiu expressar meus sentimentos. O poema é de Fabrício Carpinejar.
Te olho nos olhos e você reclama...
Que te olho muito profundamente.
Desculpa,
Tudo que vivi foi muito profundamente...
Eu te ensinei quem sou...
E você foi me tirando...
Os espaços entre os abraços,
Guarda-me apenas uma fresta.
Eu que sempre fui livre,
Não importava o que os outros dissessem.
Até onde posso ir para te resgatar?
Reclama de mim, como se houvesse possibilidade...
De me inventar de novo.
Desculpa...
Desculpa se te olho profundamente, rente à pele...
A ponto de ver seus ancestrais...
Nos seus traços.
A ponto de ver a estrada...
Onde ficam seus passos.
Eu não vou separar minhas vitórias
Dos meus fracassos!
Eu não vou renunciar a mim;
Nenhuma parte, nenhum pedaço do meu ser
Vibrante, errante, sujo, livre, quente.
Eu quero estar viva e permanecer
Te olhando profundamente.
A primeira vez que vi o poema estava na magnifica interpretação de Ana Carolina, seguida de sua música: É isso aí. Então, para deleite aqui o video: